ERTL/Joyride


Honda Civic 1995, último ano de produção da quinta geração do modelo

Honda Civic 1995, último ano de produção da quinta geração do modelo

Velozes e Furiosos é o tema que mais rende frutos ao mundo do die-cast. Apenas os dois primeiros filmes geraram pelo menos 15 modelos diferentes que merecem entrar em coleções temáticas. Irei postar aqui alguns dos mais importantes. Estou longe de reunir todos. Ainda nem cheguei no terceiro filme.

Começo pelo Honda Civic, veículo que julgo ser o mais importante da franquia. Não acho que é o mais bonito, o melhor preparado e nem o que tem mais destaque na película, como o Toyota Supra laranja ou o Dodge Charger 1970. No entanto, este japonês, para mim, é o mais influente.

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Depois de aparecer no filme, a quinta geração do Civic imediatamente sumiu das lojas e valorizou-se como poucos. Produzido entre 1991 e 1995, era mais aerodinâmico e potente que o anterior, cujo motor tinha até comando de válvulas com abertura variável.

No Brasil, iniciou, por exemplo, a moda da luz neon sob a carroceria, que infestou as ruas como uma doença. Ainda bem que caiu em desuso.

Caixa original da ERTL

Caixa original da ERTL

A miniatura na escala 1:18 é licenciada pela ERTL, assim como todos os outros modelos de Velozes e Furiosos. Como faz tempo que o modelo foi lançado, está cada vez mais difícil encontrá-lo nas lojas. O mais comum é negociar diretamente com particulares.

Civic em cena de Velozes e Furiosos (Foto: Divulgação)

Civic em cena de Velozes e Furiosos (Foto: Divulgação)

Em Velozes e Furiosos (The Fast and The Furious), a gangue de Dominic Toretto (Vin Diesel) utiliza Civics pretos para interceptar e roubar cargas de caminhões. O líder do grupo utiliza as mercadorias para financiar corridas e seus bólidos preparados.

Aston Martin DB5 1965

Aston Martin DB5 1965

O Aston Martin DB5 é o maior símbolo automotivo britânico que já existiu. Ficou famoso como o carro do agente secreto James Bond, o 007, mas ignore isso do histórico do esportivo e ele continuará sendo um dos automóveis mais belos já produzidos. O DB5 é raríssimo, pois entre 1963 e 1965 foram fabricadas apenas 1.021 unidades. Em 2006, um modelo utilizado em Golfinger foi leiloado nos Estados Unidos por pouco mais de US$ 2 milhões.

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Sua primeira aparição no cinema foi em 1964, no filme Goldfinger, mas também estrelou em Contra a Chantagem Atômica (Thunderball), 007 contra Goldeneye (Goldeneye), O Amanhã Nunca Morre (Tomorrow Never Dies) e Cassino Royale. Tinha duas metralhadora escondidas nas luzes de seta dianteiras, um escudo que protege a janela traseira contra tiros, rodízio nas placas capaz de selecionar três licenças “GOLDFINGER”, “JB007″ ou BMT216A”, serras giratórias no centro das rodas e outros truques.

Detalhes de armas representadas na miniatura da ERTL

Detalhes de armas representadas na miniatura da ERTL

A versão original utiliza um motor 4.0 de 286 cavalos e tem duas opções de transmissão, automática ou manual. Embora não pareça, é um carro relativamente grande, com 4,57 metros de comprimento.

A miniatura da ERTL faz parte de uma grande coleção que a marca licenciou. Sua grande vantagem é ter algumas das armas representadas no modelo, mas a réplica não é das melhores. Embora seja rica em detalhes, o acabamento é ruim. Se você quer um Aston Martin DB5 qualquer (que não seja necessariamente o do filme), fique com o da Autoart. Ligeiramente mais caro, mas é perfeito. É possível encontrar o DB5 nas escalas mais populares, como 1:64, 1:48 e 1:24.

Aston Martin DB5 do 007 produzido pela ERTL na escala 1:18

Aston Martin DB5 do 007 produzido pela ERTL na escala 1:18

Flintmobile em réplica na escala 1:18

Flintmobile em réplica na escala 1:18

Enquanto a indústria automobilística discute a produção de carros mais limpos, na idade da pedra a família Flintstone já rodava por Bedrock em um veículo que não emitia poluentes. Movido a tração humana, motorista e passageiro tinham de se esforçar para o Flintmobile andar.

A réplica da ERTL é fiel ao desenho animado, cheia de detalhes, incluindo as texturas de madeira da “estrutura” lateral do automóvel e das rodas de pedra. A caixa original inclui duas figuras de ação: o “cachorro” Dino e Bambam Rublle, filho de Barney e Beth. À bordo do carro pré-histórico estão Fred, Wilma , Pedrita e seu casal de amigos no banco de trás.

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