Archive for May, 2009

The Mystery Machine

The Mystery Machine

The Mystery Machine é o transporte oficial dos integrantes da Mystery Inc, empresa formada por Fred “Freddie” Jones, Daphne Blake, Velma Dinkley e Norville “Shaggy” Rogers. No desenho animado Scooby-Doo, o grupo soluciona mistérios envolvendo fantasmas e monstros, geralmente criações de impostores. O personagem Shaggy Rogers decide comprar um veículo oficial para transportá-los durante as investigações.

Enquete realizada pela loja de brinquedos Toys R Us elegeu a van como o carro de ficção mais legal de todos os tempos. Nos Estados Unidos, fãs personalizam vans em homenagem a série utilizando váriados modelos de base, como a GMC Van, Ford Econoline (anos 1980) ou Dodge 1987.

Caixa original da Jada Toys é bonita, mas pouco prática

Caixa original da Jada Toys é bonita, mas pouco prática

O Mystery Machine da Jada Toys é uma das miniaturas mais bem feitas da van do Scooby-Doo no tamanho 1:18. A pintura é fiel ao desenho e até os grafismos das rodas são idênticos aos da televisão. Não há muitos detalhes por dentro e o eixo dianteiro não é móvel.

A caixa expositora totalmente transparente é interessante de ver, mas pouco prática para armazenar. Exige que a miniatura fique sempre no topo da pilha e junta bastante pó. Também é bem difícil de manusear. Fique atento ao comprar, pois como não há escala do modelo “real”, é fácil confundir o modelo e levar para casa a réplica na escala 1:24 no lugar da 1:18.

Fora de estantes, a melhor forma de guardar seus carrinhos é mantê-los nas caixas originais. Não faça pilhas com mais de oito unidades. As mais pesadas devem ficar mais próximas do chão. Algumas marcas, como a ERTL, têm bases expositoras com suportes verticais que dão sustentação à lateral da caixa. Funcionam como apoio extra para evitar esmagamento.

Outro cuidado deve levar em conta o posicionamento da caixa em relação ao acetato, aquela parte transparente que permite a visualização da miniatura. Empilhe os lados alternadamente (como na foto abaixo). Desta maneira você compensa a fragilidade estrutural da caixa no lado sem papelão.

Sobre pisos frios ou úmidos, não deixe a caixa em contato direto com o chão. Umidade faz grandes estragos aos carros e compromete a estrutura das caixas. Uma embalagem úmida suporta menos peso. Se você faz grandes pilhas de carrinhos, corre o risco de danificá-los se a torre “ruir”.

Evite empilhar mais de 8 minis e posicione as caixas alternadamente

Evite empilhar mais de 8 minis e posicione as caixas alternadamente

Chevrolet Camaro Concept 2006 da Jada Toys

Chevrolet Camaro Concept 2006 da Jada Toys

A Jada Toys produz um belo exemplar do Chevrolet Camaro Concept 2006, também conhecido como Bumblebee no filme Transformers (2007). A caixa não faz qualquer menção ao personagem ou película, pois a licença obtida pela fabricante limita-se à réplica. Diferente do que faz a ERTL, por exemplo. No entanto, trata-se do mesmo modelo utilizado no longa.

Bumblebee é um robô alienígena que integra o grupo dos Autobots, a facção dos “bonzinhos” em Transformers. O personagem ajuda a derrotar os Decepticons desde a destruição de Cybertron, seu planeta de origem. Também conhecido por Bumble, faz parte da primeira geração de Autobots, criado pela Hasbro nos anos 1980.

Camaro Concept em foto de divulgação do filme Transformers

Camaro Concept em foto de divulgação do filme Transformers

No desenho era um Volkswagen Beetle, mas a marca não autorizou o uso de imagem do veículo para o filme de 2007. Por conta do contrato com a General Motors, o Bumblebee passou a ser o Camaro Concept, modelo apresentado no filme antes mesmo de chegar as lojas.

O pony car foi produzido entre 1966 e 2002. Voltou às revendas em março de 2009 em sua quinta geração. No filme, surge como um Camaro de 1976 e se transforma no modelo atual, cujas formas são bem próximas as do design apresentado em 2006 ainda como conceito.

Bumblebee, o robô alienígena que se transforma em Camaro

Bumblebee, o robô alienígena que se transforma em Camaro

Para as filmagens, a preparadora Saleen foi encarregada de instalar a carcaça do Camaro Concept sobre um Pontiac GTO. Mais informações sobre o Camaro de produção, visite http://www.chevrolet.com/allnewcamaro
Espere carregar a apresentação em Flash, na qual o veículo é virtualmente montado peça por peça na tela do computador. Nos Estados Unidos, o carro de verdade parte de US$ 23.040. A miniatura custa US$ 30 na Toys ´R´ Us.

Chevy Camaro na caixa original da Jada Toys

Chevy Camaro na caixa original da Jada Toys

Lacres evitam quebras no transporte, mas não devem ser mantidos na miniatura

Lacres evitam quebras no transporte, mas não devem ser mantidos na miniatura

Já vi muita gente se gabando de ter miniaturas lacradas e exibir aqueles plastiquinhos horrorosos nas partes móveis, impedindo a abertura das portas dos carrinhos.

As defesas são diversas: valorizam as minis, atestam a “originalidade”, o carrinho pode ser vendido como “novo” e por aí vai. Ora, dá para conferir a originalidade da miniatura observando o próprio produto. Não existe essa história de “novo” ou “usado”, não estamos falando de um carro de verdade. O que existem são miniaturas em “bom estado” ou “danificadas”. Assim, miniaturas são “novas” se não apresentarem defeitos, ainda que tenham vários anos.

Além de tudo isso, saiba que esses lacres podem estragar sua miniatura. Por baixo deles as fábricas colocam óleo fino para que não grudem na pintura ou provoquem riscos no momento da remoção. O lubrificante impede que a película protetora grude na tinta, mas provoca manchas profundas na superfície do modelo a longo prazo.

Manchas de óleo deixadas pelo lubrificante do lacre

Manchas de óleo deixadas pelo lubrificante do lacre

Para evitar problemas no acabamento, o melhor a fazer é cortar esses lacres tão logo possível e limpar com pano macio a área em que estavam afixados. Repare que sempre ficam marquinhas de gordura. É o óleo colocado na fábrica. Remova tudo com algodão e esqueça essa bobagem de miniatura “usada”.

Espaço é o grande problema dos colecionadores de miniaturas, principalmente aqueles que preferem a escala 1:18.  Além dos cuidados que os modelos desse tamanho exigem com limpeza e armazenagem, a embalagem ocupa uma área considerável, praticamente o mesmo que uma caixa de sapato.

Para mim, coleções de miniaturas são investimentos e por isso é interessante fazer o possível para manter seu valor. Isso inclui guardar as famigeradas caixas, ainda que você mantenha os carrinhos em estantes fechadas.

Em uma possível venda, ter caixa e base expositora facilitam a negociação e aumentam o valor do objeto. No caso de minis de cinema ou seriados, informações importantes sobre o filme ou série são impressas no invólucro, bem como fotos do carro verdadeiro e outros personagens. Desta forma acabam fazendo parte do produto. Além disso, se for necessário transportar as réplicas será bem mais fácil protegê-las contra danos.

Uma dica para economizar espaço é desmontar a caixa. Abra as bordas e dobre-a nas beiradas. Ela ficará plana e isso possibilita a empilhagem de várias delas. Cabem tranquilamente no fundo de um armário longe da visão de quem torce o nariz para sua coleção.

Quanto mais rara ou exclusiva a miniatura, maior a necessidade de manter as caixas originais. Se você apenas acumula modelos aleatórios de marcas baratas, aí não faz muito sentido guardar tudo. O benefício de mantê-las é baixíssimo.

Volkwagen 1963 Sedan Sunroof foi o "ator" escolhido para interpretar Herbie

Volkwagen 1963 Sedan Sunroof foi o "ator" escolhido para interpretar Herbie

Há 40 anos o simpático fusquinha Herbie estreava no cinema com o filme Se Meu Fusca Falasse (The Love Bug), de 1969. Foi a primeira película de uma série de outros cinco. Na história, o piloto Jim Douglas (Dean Jones) é dispensado de seu time por conta da idade e encontra um fusca rejeitado pelo dono de uma loja de veículos. Douglas acaba comprando o carro e descobre que o fusca está “vivo”.

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O carro escolhido para o primeiro filme foi uma versão 1963 dotada de teto solar. Nos Estados Unidos era chamado 1963 Sunroof Sedan. Vários modelos foram preparados dependendo da cena. Como o motor original não tinha potência suficiente para fazer as tomadas em alta velocidade, uma  unidade foi equipada com o motor utilizado no Porsche 356. No filme O Fusca Enamorado (1977), do original Herbie Goes To Monte Carlo, foram adaptados propulsores 1.8 de carburação dupla.

No último filme Herbie - meu Fusca Turbinado (Herbie: Fully Loaded, 2005), mais de 25 unidades foram utilizadas durante as gravações.

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A miniatura feita pela Johnny Lightning está na escala 1:18 é rica em detalhes, mas o acabamento é apenas razoável. O alinhamento das rodas não é bom, nem o encaixe das peças móveis. O Herbie em escala é o modelo usado no último filme da franquia.

Herbie em miniatura na caixa original da Johnny Lightning

Herbie em miniatura na caixa original da Johnny Lightning